“Mulheres! Mães! Quando a infeliz guerra mundial começou em 1914, acreditamos nas mentiras da ‘guerra defensiva’ e admitimos que nossos filhos de 18 e 19 anos de idade corressem voluntariamente para o campo de batalha. Lamentamos amargamente e experimentamos em horrível agonia a mutilação, o desarranjo mental, a morte de nossos entes queridos.

Esposas e mães, acordem! Hoje, a Garde-Kavallerie-Schützendivision [divisão do exército prussiano] e muitas outras associações de voluntários já estão recrutando jovens de 17 anos. Mais uma vez nossos filhos devem ser expostos à maior brutalização moral em seus mais belos anos, mais uma vez devem aprender sobre assassinato e serem eles próprios assassinados.

Mães, vocês amam seus filhos?

Não sejamos culpadas uma segunda vez! Não permita que nossos meninos sejam usados para assassinato!

O sangue não foi derramado o suficiente? Não são os doentes, os enfermos e os aleijados suficientes? Podemos tolerar que nossos filhos ainda saudáveis abandonem seus corpos mal desenvolvidos ao açougue?

Mulheres, mães, salvem nossa juventude! Protejam o futuro de nosso povo!”

Desta vez vou deixar vocês apenas com o impacto desse documento, um cartaz direcionado às mulheres na véspera da Segunda Guerra Mundial que fotografei em um museu de Berlim, e imagens abaixo que fiz na ala de mortos nas guerras mundiais em um pequeno cemitério de Köpenick.

Que impacto isso causa em você, que já sabe o final dessa história? Deixe seu comentário.

Fonte: exposição Berlim Global – Humboldt Forum

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